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01/06/2017

ALPHADIGI PARTICIPA DO PROJETO SEGD’BOA NO CARNAVAL E RECEBE PREMIAÇÃO

O evento reuniu agentes do setor público, como o Secretário Municipal de Segurança Urbana, Coronel José Roberto Oliveira, o prefeito regional de Pinheiros, Paulo Mathias, comandantes da Polícia Militar e representantes da CET, das empresas parceiras do projeto, como o CEO da Dahua, Bruce Wu, da Digifort, Carlos Eduardo Bonilha, e da distribuidora Alphadigi, Sergio Menke, além de representantes da sociedade e os próprios agentes envolvidos no projeto. 

O projeto SegD’Boa já existe a 3 anos com iniciativa da sociedade civil organizada em parceria direta com a Segurança Pública, realiza o monitoramento de ruas e avenidas por meio de câmeras dos próprios moradores e comerciantes de uma determinada região cedendo as imagens para o projeto, além de câmeras doadas por grandes empresas de segurança. 

Este projeto foi usado durante o Carnaval de São Paulo. O famoso Carnaval de rua que aconteceu no bairro Vila Madalena, começou há alguns anos e contava com a participação de aproximadamente 50 mil pessoas todos os anos. O evento cresceu, e em 2017 registrou a passagem de mais de 100 blocos e 250 mil pessoas na região de Pinheiros. Com tanta concentração de pessoas, o risco de roubos, brigas e irregularidades aumentou consideravelmente. Diante desse cenário, a Associação de Moradores de Pinheiros se uniu ao setor público e privado para reforçar a segurança no bairro durante as festas. 

As imagens capturadas pelas câmeras durante o Carnaval foram monitoradas através de um container posicionado entre as ruas Mourato Coelho e Inácio Pereira, que serviu como central de vigilância. As imagens ao vivo e gravadas foram compartilhadas com a Polícia Militar, Guarda Civil, Defesa Civil, CET (Companhia de Engenharia de Trafego), Prefeitura Regional de Pinheiros e moradores do bairro. As câmeras são sociais, os moradores e comerciantes cederam para o container. Eles compraram os equipamentos, colocaram energia, internet e disponibilizaram para o projeto, que disponibiliza para o Estado, seja para CET ver o trânsito, para a PM ver a área de segurança, para a GCM fazer a segurança local e para a fiscalização, cada um tem um tipo de preocupação e todos utilizam a mesma câmera.

Para realizar o projeto, tanto na Vila Madalena como em outros bairros, a SegD’Boa faz parcerias com grandes empresas do mercado de segurança, como AlphaDigi, referência Nacional na distribuição de soluções de monitoramento de vídeo, que oferece também treinamento e capacitação conjunta com os Fabricantes. Dahua fabricante de câmeras de vigilância e Digifort empresa especializada em software de segurança e inteligência em videomonitoramento. 

O papel da Alphadigi além de auxiliar na elaboração dos projetos também define os produtos, a melhor forma de executar, as especificações e até mesmo a implementação do projeto. É um trabalho da parte técnica apoiando os integradores nos diversos planos. “Vejo essa parceria da comunidade com as empresas de tecnologia como uma das soluções mais importantes, porque todo mundo se movimenta para resolver um problema que existe no bairro, todo mundo está entendendo a tecnologia e está começando a se viabilizar. É o início de um grande movimento, o futuro vai ser esse, todos se ajudando para que a gente tenha como objetivo final a segurança, diz Sérgio Menke Coimbra, Diretor da Alphadigi.” 

A Digifort participa desde o início no projeto por acreditar que esta iniciativa traz grandes frutos para a população. A Dahua participa fornecendo câmeras com tecnologia avançada, zoom óptico e sistema de busca automática. 

Durante os três anos de atuação do projeto, já foram detectados tráfico de drogas, brigas, roubos, problemas de trânsito, pessoas que precisam de atendimento do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), entre outras situações.

Para a Presidente da AMEPI (Associação de Moradores e Empresários de Pinheiros), Ana Maria Mortari, a situação do bairro melhorou muito. “Até 2014, o Carnaval estava transformando a Vila Madalena em um caos para os moradores e empresários da região, havia muita queixa e confusão. Esse é o terceiro ano que a gente faz o projeto SegD’Boa e de lá para cá estamos melhorando a cada ano. As câmeras inibem uma série de vandalismo, assaltos, badernas, depredações, elas têm ajudado a PM a verificar a região e evitar tráfico de drogas, brigas e roubos”, conta. 

Segundo Ana Mortari, os moradores e empresários gostaram tanto do monitoramento, que estão procurando a Associação para manter as câmeras da Dahua em suas casas e comércios, e outros membros da comunidade de Perdizes já solicitaram a instalação dos equipamentos em suas residências e estabelecimentos.

 


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